30 inspiradores exemplos de Paper Art

julho 29, 2009

Olá pessoALL,

Já faz um tempinho que não posto aqui mas hoje trago uma coletânea super inspiradora de arte feita em papel.

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PS.: Em breve o blog passará por mudanças (positivas é claro) visando melhor comunicação com vocês leitores. Aguardem novidades!

Abraços a todos e até a próxima!


O Poder da Marca (Parte 2)

maio 28, 2009

Passado o meu aniversário (23/05) :D e uma semana mais turbulenta que o normal (projetos e mais projetos), volto ao blog para postar a parte final do Artigo que fiquei devendo: O Poder da Marca..

Anteriormente falmos de marca sob uma visão estratégica voltada para o Marketing, hoje vou mostrar exemplos de marcas que usaram esses conceitos estratégicos aliados com refinamento estético e objetividade de valores.

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As marcas acima são ótimos exemplos de marcas conceituais, marcas que possuem um propósito e ricas por sua simplicidade. São marcas que ao serem vistas, são interpretadas em milésimos de segundo e fazem sua associação visual à experiências passadadas. Ou seja, os designers usaram recursos de associação das palavras com fatos presentes na vida das pessoas e traduziram isso visualmente. Pesquisa, criatividade e objetividade.

Esses 3 logotipos são felizes pois partiram do princípio de boas escolhas tipográficas resolvidas com algumas intervenções nas mesmas. Intervenções tipográficas, em determinadas ocasiões são mais que o suficiente para traduzir um conceito.

Abaixo algumas marcas que estão no TOP OF MIND dos consumidores e suas evoluções gráficas:


MICROSOFT


APPLE


PEPSI


NOKIA

Finalizando esse artigo que dividi em 2 partes, podemos concluir que para uma identidade visual se torne uma marca de sucesso, é preciso parametrizar conceitos, valores intangíveis e traduzir essas ideias em grafismos funcionais para um determinado grupo de pessoas. Mas tecnicamente esse é o padrão para a construção de qualquer marca. Então por que será que algumas marcas não vivem e muito menos sobrevivem? Porque falta metodologia.. Mas aí já é uma outra história, para um outro momento..

Abraços a todos!

PS.: Na minha opinião a nova identidade da Pepsi está um lixo.. Mas de repente não é a mim que ela tem que agradar… ;)


O Poder da Marca (parte 1)

maio 15, 2009

Para entendermos porque algumas identidades visuais se tornaram marcas que fazem um sucesso estrondoso, precisamos entender o fundamento de uma pergunta: Para que serve uma marca?

Esta pergunta está associada à história e perdura até hoje no atual mundo globalizado.
O ser humano tem por instinto a necessidade de criar algo que registre momentos, e como exemplo podemos citas as ilustrações que foram grafadas nas pirâmides do Egito há milênios atrás. Também podemos tomar como exemplo o símbolo da cruz que teve seu primeiro sentido convencionado pelo cristianismo. Os dois exemplos acima surgiram de signos e significados enraizados culturalmente, se tornaram símbolos que expressam seus valores até hoje e são reconhecidos no mundo inteiro.

Ao falarmos de marca, temos que ter em mente que um símbolo ou tipografia estilizada (sozinhos ou não), vai se tornar o maior patrimônio de uma empresa. A marca é uma promessa de valores (conceitos e sensações) com a qual um produto, empresa ou serviço vai se apresentar e se diferenciar no mercado perante a concorrência.

Algumas pesquisas de branding revelam que a marca da Coca-Cola é uma das marcas mais lembradas pelas pessoas quando lhes perguntam o nome de uma bebida da categoria, e seu poder é tão abrangente que às vezes não precisa ser nem na categoria… Além disso, o valor (econômico) desta ultrapassa os limites de produção dos parques industriais da Coca-Cola, ou seja, o que a empresa tem de mais valioso economicamente está além do que ela pode produzir. Deixando claro que a marca, um bem intangível, no mundo hoje altamente capitalista, é uma necessidade e não um luxo.

Mas por que umas marcas atingem seus objetivos como a Coca-Cola, o Google e a Microsoft e outras não duram 30 dias? A resposta na verdade já foi respondida… A marca é um bem maior, porém algumas empresas não possuem uma visão estratégica de comunicação básica para potencializar seu negócio. Ou por achar que é um investimento trivial ou por preconceito.

Uma marca para ser desenvolvida precisa de estudos de similares (concorrência), precisa de estudos de target (público alvo a que irá atingir), enfim, uma série de estratégias que vão torná-la pronta para o sucesso. E esta deve estar sempre alçada de todos os tipos de propaganda viáveis para que possa estar cada vez mais presente na lembrança dos consumidores.

No próximo post vamos ver algumas marcas que garantiram seu sucesso e tendem a crescer cada vez mais.


Regulamentar pra quê?

maio 12, 2009

Você já parou para refletir sobre essa questão? Responder uma pergunta com outra pergunta não é algo muito elegante, mas ajuda a sair do sufoco em situações embaraçosas. E quando nos defrontamos com essas situações embaraçosas? Quando você está com um grupo de amigos que não são do campo do Design, mas de outras áreas como Medicina, Engenharia, entre outros e um deles lhe pergunta se sua profissão é regulamentada e você responde que não? (Tudo bem que ninguém pergunta isso, mas eu tinha que começar o post com alguma coisa né. :P )

Como foi dito no anteriormente no artigo sobre micreiros, Design é profissão com uma história um “pouco” excêntrica, e por não ser regulamentada no Brasil, muitos expectadores do nosso trabalho nem sabem o que é e o que deixa de ser o exercício de um Designer, caindo assim sobre nós o termo Artista, entre outros. Deixemos de lado o preciosismo exacerbado, mas é incumbido ao profissional de Design dignificar a profissão com honra, tendo sempre em vista a elevação moral e profissional, expressa através de seus atos.

Design simplesmente não atribui “um rostinho bonitinho a um corpo deformado”, design agrega valor, e produtos com valor agregado significam maior arrecadação e a conquista de mercados externos, como as pessoas não enxergam isso? A produção de bens com Design é um fator estratégico. Por que uma profissão com um nível de importância tão rico não recebe a atenção merecida? A resposta está na história, grandes nomes do passado fizeram Design sem saber que hoje este seria o título atribuído para a profissão, e esse tipo de tradição perdurou e perdura até hoje. Atualmente cerca de 70% dos habitantes do Brasil (brasileiros ou estrangeiros) não sabem exatamente o que significa o termo Design. Há começar pelo nome em um idioma diferente do nosso.

O problema maior relacionado a regulamentação da profissão está na responsabilidade de um projeto. Tudo o que é produzido e tem contato com o público precisa de um responsável. Sem ser regulamentado o Designer não pode ser tecnicamente responsável pelo que produz. Pelo Código do Consumidor, hoje o Designer não pode ser responsabilizado pelo seu projeto, mesmo que este tenha defeitos ou ocasione danos ao seu usuário. Ou seja, a regulamentação combateria a má conduta profissional. Assim, a cada trabalho específico, o Designer oferecerá o melhor de seu conhecimento técnico e profissional, sempre adaptando tal fato ao cliente e procurando contribuir para a obtenção de máximos benefícios em decorrência de seu trabalho. E isto implica em valores. Outro ponto importante na vida cotidiana do Designer Gráfico. Não exatamente valores comerciais, mas valores morais, culturais e profissionais.

A regulamentação além de conduzir um padrão de qualidade reconhecido, certamente faria com que mais curiosos estudassem, e assim os “achismos” teriam fim. O conhecimento técnico não é um plus, mas sim uma obrigação. O Designer deve estar intrisecamente antenado com o trabalho a realizar, para isso é necessário adquirir uma bagagem cultural visual e sempre ampliá-la, pois os mais diferentes tipos de clientes surgirão e sempre com objetivos particulares, inusitados ou até mesmo quando você deve descobrir quais são seus objetivos. Para isso usamos todo o conhecimento que possuímos, desde um efeito do Photoshop à influência de uma figura marcante do Classicismo como Leonardo Da Vinci.

A conduta das pessoas no mundo atualmente e a globalização (vocês verão eu falando mt sobre globalização aqui) e suas conseqüências, são oriundas de nós mesmos. Nós seres humanos somos responsáveis pelo que criamos e para isso não existe regulamentação. Para isso existe o bom senso, e este deve ser usado por nós para uma conquista, que não beneficiará apenas os Designers, mas também a sociedade que ganhará qualidade e soluções melhores frente a problemas de comunicação visual, seja ele empresarial ou experimental.

Well,
That’s all folks!
Abs e até a próxima.


O “Feijão com Arroz” do Design!

maio 9, 2009

Hoje vamos falar sobre um assunto polêmico e que considero um desabafo mas que está no Calcanhar de Aquiles de todo Designer: o fato de disputarmos mercado com autodidatas (micreiros) que não fizeram metade das pesquisas que você. E que na verdade é uma situação que permeia todas as áreas envolvidas com comunicação.

Pelo fato da profissão de Design ter uma história um tanto quanto excêntrica, muitos expectadores do nosso trabalho nem sabem o que é e o que deixa de ser o exercício de um Designer. Deixemos de lado o preciosismo, mas é dever do profissional de Design dignificar a profissão com honra, tendo sempre em vista a elevação moral e profissional, expressa através de seus atos.

O Designer Gráfico tem por função aplicar seus estudos de experiência visual e comportamental do ser humano à peças gráficas que posteriormente solucionarão problemas de comunicação visual de um cliente, empresa ou evento, tendo vista a independência da forma alcançada para o mesmo, enaltecendo valores específicos e obviamente garantindo-lhes beleza de acordo com o padrão cultural do público a ser atingido. E o micreiro? Ele sabe disso?

Diante de tantas particularidades da profissão, e com o avanço do capitalismo e a globalização, as informações são recebidas por mais pessoas e com maior clareza (ou não), dissipando assim naturalmente o que é Design e o que é ser Designer, e também o que não é Design… As informações podem se distorcer, outras podem ter menos importância e algumas podem jamais existir.

A ideia de conduta e ética é deixada de lado, o valor do Design é esquecido e o que os micreiros, (“geninhos” autodidatas que aprendem a utilizar programas de edição, ilustração ou renderização através dos famosos tutoriais de internet) geralmente cobram pela prestação de serviço acaba com o mercado. Mas toda ação tem sua reação, além de acabar com o mercado pelo mau uso de informações ou por não tê-las, sepulcram a vida empresarial de seus clientes e sua própria

Portanto, se sua cultura gráfica é composta de cartão de visita, papel timbrado, ímã de geladeira, se acredita que “nada se cria, tudo se copia”, se tem opinião formada sobre tudo, não perca tempo dizendo que é Designer. Pois um profissional de verdade sabe que nada sabe, que o mundo está em constante evolução e que peculiaridades fazem sim a diferença.

Well,
That’s all folks!
Abs e até a próxima.


Hi pessoALL!

maio 9, 2009

Criei este blog com o intuito de expor algumas opiniões próprias sobre situações que (a gente queira ou não) estão presentes no cotidiano de um Designer. Mas não vamos nos limitar a isso, trarei informações sobre o mundo do Design e alguns posts com relações técnicas. Enfim tudo o que possa somar pontos nas nossas vidas como profissinais de comunicação visual.

Sejam bem vindos, e vamos ao que interessa…

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